domingo, 5 de janeiro de 2014

Monopólio, peripécia estatal.

Há um grande mito no quesito monopólio quanto ao livre mercado. Alguns dizem que a concorrência gera os mesmos, porém, nós podemos ver que o maior monopolista é o estado.




Nós, primeiramente, podemos ver que existem formas básicas de se criar um monopólio, formas diretas e simples, todas, causadas pelo governo. É importante dividir o conceito de monopólio em dois:  O monopólio bom, que é feito pelo mercado (e que em um futuro breve cairá) Como a empresa ALCOA, de fornecimento de aluminio nos EUA, nos século passado. Ela fornecia preços tão baixos que não serviam valia a pena concorrer.
E os monopólios ruins, como a Petrobrás, que é um monopólio coercitivo, sem qualidade, etc.. O monopólio estatal.


Mas, de que forma o estado cria o monopólio? De várias formas. Por propriedade intelectual, que dá a uma única pessoa o direito de produzir certo bem.

Por meio de regulamentações, como foi o caso da Walmart, nos EUA. Os maiores concorrentes deles eram os pequenos mercados, que por sua vez, não conseguiam pagar salário minimo, via lobbying, a Walmart conseguiu aumentar o salário mínimo, quebrando essas pequenas empresas.

Por leis anti importação, isso não "protege" a indústria local. Simplesmente protege os amigos do rei. Tira a concorrência, e gera monopólios e oligopólios.

Por regulamentações, como o setor telefônico do Brasil, existem 4 big players que não deixam ninguém crescer, e isso é causado pela ANATEL, o estado regula, taxa, subsidia grandes empresas, como fez com o Eike Batista, dando bilhões à ele. E tudo isso sufoca o pequeno empreendedor e quebra a concorrência.

De qualquer forma, um monopólio é formado por "um único provedor de bem" o que em um sistema de livre mercado, parece um tanto quanto difícil, não? Um monopólio é instável no livre mercado, e sempre bom. Se ele é o único que consegue fazer X produto em Y condições, logo, ele é legitimamente monopolista do produto X, mas, em concorrência, é difícil manter isto, pois, todos os outros vão querer esta parcela do mercado. Mas, no corporativismo intervencionista, não. Sempre estarão lá, os monopolistas e oligopolistas que SEMPRE ganharão, nunca quebrarão, e nunca terão concorrência.

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