segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Capitalismo é liberdade



Muito se diz sobre o capitalismo ser baseado em exploração. Exploração que se baseia em um patrão tira uma parte do salário de alguém e o "oprimir", criando uma relação onde só ele sai ganhando.
Porém, existem inúmeros fatores que provam isso ser errado, e aqui neste artigo irei abordá-los.



Primeiramente, é importante entendermos certos conceitos.
O mercado de um local é feita de trocas e investimentos feito por indivíduos, que por sua vez, são os únicos criadores de riqueza.
Individuo X quer abrir empresa de parafusos, ele irá pensar qual será o melhor momento para atender a demanda de parafusos, correrá os riscos de investimento e abrirá sua empresa. Logo, a demanda irá trocar com ele, seja por moeda ou seja por quaisquer bens, fazendo o mercado (junto com todas as outras trocas voluntárias)


Com esse conceito de mercado, de trocas voluntárias e de mercado, podemos ver que o capitalismo não pode ser opressor, muito pelo contrário, o capitalismo é voluntário.

Ninguém troca 10 por 9, apenas 9 por 10. Porém, quem define o que é 10 e o que é 9? Com essa subjetividade de valores é como ocorre as trocas desde o tempo do escambo.
A força de trabalho é uma mercadoria como qualquer outra, de tal forma que, mesmo ela valendo e produzindo 10 para o empregador, pode valer 9 para o empregado, criando em cima disso uma troca.

O empregador irá correr vários riscos com o investimento, ele pode falir, ele tem que ter as melhores decisões possíveis, ele irá sofrer com a concorrência, e por sua vez, é muito mais difícil, visto que os empregados podem migrar de empresas, por exemplo. Criando mérito para o empregador, e se tornando válido que ele tenha também lucro, pois, se o patrão não receber, a empresa irá a bancarrota.

Imagine:
João quer trabalhar de engenheiro, Renato abre uma firma de engenharia com seus recursos, logo, Renato teve que estudar a demanda do mercado e correr riscos para abrir a empresa, João irá trocar sua força de trabalho com Renato, que irá ter certo lucro em cima disso para tocar a empresa. Ambos saem felizes, é uma relação de ganho duplo.

O ponto é que: Valor da força de trabalho é algo subjetivo, ninguém trabalha com uma arma na cabeça, fazendo com que não seja voluntário, o empregador tem sim seu mérito no lucro, sem falar que é válido ele ter, e o ponto mais importante: não há exploração voluntária.

Nenhum comentário:

Postar um comentário