sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Boas intenções -ou não- socialistas.

Socialistas e defensores da esquerda sempre se dizem a favor os pobres, oprimidos e explorados. Mas, mal sabem eles que geralmente entram em contradição, e com interpretações errôneas, acabam prejudicando os pobres, junto com várias acusações de que os libertários são egoístas, ou pró-elites. Aqui, mostrarei as principais falhas contra os pobres nos argumentos principais esquerdistas. 





Sempre teremos o mito em que em uma sociedade capitalista os pobres se dão mal e em uma socialista eles ajudam os pobres. Bom, eu creio que este seja um argumento fundamental. Onde os pobres não podem comprar coisas onde apenas os burgueses podem. Os pobres tem as pernas quebradas pelo estado, completamente.. Favelas existem porque cerca de 40% do preço de uma casa, é em burocracia e impostos, 33% do preço dos materiais de construção, são impostos. Nós temos hoje uma das gasolinas mais caras do mundo, e temos reservas enormes, sem contar os frequentes reajustes de preço e os rombos bilionários da Petrobrás.  O estado quebra as pernas dos pobres. O estado de todas as formas quebra a economia e prejudica uma boa concorrência, sem contar em que quando um burguês vende, produz, compra, emprega, ele ajuda os pobres, de todas as formas, impulsionando economia, gerando empregos, etc.. Outra interpretação falha da sociedade e da economia é que a burguesia explora o proletário. Outro argumento fundamental nos ideais socialistas. Bom, socialistas, entendam, o estado explora o proletário! Como? Bem, muitos socialistas costumam dizer que "O pobre não pode largar o sweatshop e procurar outro emprego, ele morrerá de fome!" isso só acontece em países intervencionistas. Pelo fato de que em um capitalismo laissez-faire, existem mais empresas, as empresas dão melhores condições aos funcionários. De forma em que, o proletário tenha melhores condições. As empresas tendem a concorrer pelos melhores funcionários, pelas melhores condições de trabalho que atrairiam o proletário, as empresas seriam naturalmente pressionadas a dar melhores condições aos funcionários. Hoje, no Chile, existe um programa onde se pode abrir uma empresa em um dia. Isso faz a economia girar, traz mais oportunidades, dá mais escolha aos funcionários. Hoje, na Argentina -um país que está passando por uma onda forte e crescente de esquerdismo- nós temos incontáveis medidas protecionistas e altos impostos, o que gera menos empresas, menos oportunidade, menos concorrência e prejudica o proletário. E uns dos principais fatos são que: O capitalista quer o pobre rico, o estado faz o rico mais rico e o pobre mais pobre. Tendo mostrado que o estado prejudica os pobres, nós temos que lembrar que em um sistema capitalista, o dono dos meios de produções é o padeiro da esquina, o vendedor de pipoca. Estes, por sua vez, querem o pobre mais rico. E proporcionam aos pobres a chance de serem ricos, com oportunidade e concorrência. No Brasil, tivemos o caso de Eike Batista, que recebeu bilhões do banco central e se tornou o maior empresário do Brasil. O estado é quem prejudica os pobres, com monopólios estatais, com impostos abusivos, o estado é antipobre. 

Uma interpretação social em que temos, é que no capitalismo as pessoas são julgadas por suas posses. Bom, isso é parcialmente verdade. Em qualquer lugar teremos pessoas que apenas se interessam no dinheiro e pessoas que apenas se interessam na pessoas em si. Começaremos que o dinheiro não passa de uma ferramenta criada pelo homem, e apenas pode ser produzido por pessoas eficientes e produtivas e por trocas voluntarias benéficas por ambos os lados. Logo, ter dinheiro não é algo ruim. Ter dinheiro é um sinal de prosperidade, e uma pessoa prospera, geralmente tende a ser mais produtiva. No capitalismo, as pessoas são vistas por seus méritos. Os indivíduos, julgados por quem são, e não um preconceito coletivista que subjuga o indivíduo, que por sua vez, é o único que tem consciência e escolhas. O capitalismo dá às pessoas a oportunidade de serem quem são, produzirem o que quiserem, e viverem suas vidas da forma em que acharem melhor. E também, a oportunidade de julgar as pessoas por estes aspectos, ou pelo seu dinheiro. No capitalismo você tem a liberdade de ser caridoso, de receber mérito por isso, no capitalismo você é livre. Não um escravo. E nem do capital, o dinheiro. Até porque, em nenhum sistema ninguém é obrigado a te dar nada. No capitalismo, você tem a liberdade de ser quem você é, e julgar ou ser julgado pelas características que as pessoas acharem adequadas. As pessoas devem ser iguais, isso é o que todo socialista pensa. 

E aqui nós temos, a base da filosofia socialista. A igualdade.
Bom, começaremos pela parte em que AS PESSOAS NÃO SÃO IGUAIS, moralmente, intelectualmente, fisicamente, e tudo isso, em valores subjetivos pela sociedade, tem uma remuneração ou credito maior. Um atleta de elite não merece receber o mesmo que um gari, pois ele, subjetivamente, tem mais crédito, ele é mais escasso, é mais difícil ser ele. As pessoas não podem ser colocadas igualmente, no mesmo patamar, as pessoas livres, irão investir diferentemente, receber diferentemente. Não é justo que pessoas diferentes recebam ou ajam da mesma forma, pois, elas são diferentes, e subjetivamente, tem atitudes mais ou menos valorosas. E aqui voltamos ao "Mas, é justo termos milionários e mendigos?". 
Simplesmente, volte a primeira pauta do texto, o estado cria mendigos, e o estado faz os milionários mais milionários. Temos países como Singapura, capitalistas, onde 11% da população é milionária. Então, o estado cria a pobreza, o capitalismo a destrói, mas, a desigualdade é algo inerente ao ser humano. As pessoas são diferentes em escolhas, compras, gastos, tudo. E devem receber diferentemente, produzir diferentemente e viver diferentemente. Ninguém pode julgar e decidir o que é bom ou mau para outra pessoa. O indivíduo é superior, e o totalitarismo sempre decorrente do socialismo é sempre errado.

3 comentários:

  1. Muito bom seu texto. Muito mesmo. Tenho me interessado nesse tipo de assunto e seu texto me ajudou a entender muita coisa.

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